Marileide

Maio 26, 2008

Na Praia por Felipe Machado

Arquivado em: Autores estrangeiros, Romance — marileide12 @ 11:24 pm

“Ler algum texto do escritor Ian McEwan evoca, em mim, um sentimento especial. Ao lado de José Saramago, ele é hoje o meu escritor preferido. Arrisco até a dizer que seu Nobel de Literatura não está muito longe: lembre-se disso quando ouvir o nome do escritor britânico anunciado pela Academia Sueca nos próximos anos. McEwan, Philip Roth e J.M. Coetzee são os maiores escritores vivos em língua inglesa.

Enfim, comemoro quando sai um novo livro de Ian (olha a intimidade). Depois das obras-primas ‘Reparação’ e ‘Sábado’, chega às livrarias ‘Na Praia’ (Cia. das Letras, 136 pág., R$ 33). Confesso que nem aguentei esperar o lançamento: li a prova no primeiro sábado depois que a editora me enviou. Sentei no sofá e li o livro inteiro, de uma vez só, parando apenas para comer.

‘Na Praia’ conta a história de Edward e Florence, dois jovens ingleses recém-casados e prestes a perder a virginidade na noite de núpcias. O livro inteiro detalha este momento mágico na vida de duas pessoas, com flashbacks para o dia em que se conheceram, etc. Ian McEwan tem 59 anos, mas recria com um talento incrível a sensação de ser jovem, as inseguranças, os medos, as certezas. Ele já tinha feito isso na pele de uma menina em ‘Reparação’; essa é só uma das razões de ele estar aqui na seção ‘Eu Queria Ser Esse Cara’. Algum dia vou escrever assim, se Deus quiser (e eu me esforçar muito).

Essa noite de núpcias do jovem casal na praia de Chesil (uma praia cheia de pedras; se fosse no Brasil tudo seria diferente) acaba saindo diferente do que eles planejavam (não vou contar aqui, claro) e dá início a um episódio que expõe o comportamento humano de maneira emocionante e dramática. Por meio das palavras, o cérebro pode travar uma batalha irreversível contra o coração. E aí todos os lados saem perdendo.” (Felipe Machado)

Maio 16, 2008

1984

Arquivado em: Autores estrangeiros — marileide12 @ 4:42 am

George Orwell já relata o mundo em que vivemos desde muito antes de imaginarmos que tudo poderia vir a acontecer um dia.

Em seu livro nomeado como 1984, ele descreve a ”prisão” em que vivemos, a forma como somos vigiados e como todos os nossos passos passam a ser registrados. O mundo, como chamamos, do Panóptico.

Foi nessa obra que surge o termo “Big Brother”. Ele chama de “Grande Irmão” as câmeras existentes por todos os lados, aquelas que nos acompanham em todos os lugares que vamos e que invade nossa privacidade nos observando mesmo quando não percebemos. Assim, o trecho abaixo expõe:

“A magnífica obra 1984, de George Orwell, escrito em 1948, fala de um mundo dominado pelo socialismo stalinista em 1984 (o inverso dos número do ano em que foi escrito). Em um mundo onde o Estado domina e nada é de ninguém mas tudo é de todos, tudo o que resta de privado são os poucos centímetros quadrados do cérebro. E é aí que a batalha se desenvolve, entre o indivíduo e o Estado lutando na tentativa de controlar a mente. O livro é excelente, com algumas reviravoltas inimagináveis e um final estonteante.” (Geocities)

Vale a pena ler e refletir.

Beijos,

Marileide

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Arquivado em: Autores estrangeiros, Autores nacionais, Crônicas, Romance, Suspense — marileide12 @ 4:03 am

Olá,

Sejam bem vindos ao meu blog.

Aqui escreverei sobre livros, dando dicas de leitura e postando os novos lançamentos. Além disso, poderemos discutir sobre as melhores livrarias e sebos da cidade de São Paulo.

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Marileide

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